"Tenho medo daquilo que vou escrever,
Não sei o que vais
pensar ou dizer.
Não sei se pense sequer,
Ou se sinta, como outra qualquer.
Não sei se me de ao luxo de comentar,
E não direi, talvez, tudo
aquilo que quero
Por receio de magoar,
Ou de ser magoada, gozada... espezinhada.
Existem parecenças,
Entre algumas das nossas crenças,
Por isso acho que
nada tenho a criticar,
Uma vez que é mais fácil falar.
Indecisa também estou,
Numa bifurcação,
Não sei de hei de seguir a cabeça ou o coração.
A cabeça indica imaturidade,
Que pode magoar, e
deprimir,
E no coração falta a
verdade,
Pois no meio de um turbilhão de novidades,
Os sentimentos foram menosprezados,
espezinhados,
Não compreendidos, talvez até agredidos,
Mas numa grande
reflexão percebo
Que talvez fosse um
mero coração a encontrar uma amizade.
Mas como disse não percebo nada,
Da boca só sai
mentira, até encontrar a verdade."
θɛɏʇꙇ!ⱬ﮲ ƒ﮲
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